Conselho fiscal do Cruzeiro diz que não há irregularidades na diretoria

MatériaMais Notícias

da leao: Contrariando a sindicância feita no Cruzeiro, que apontava discrepâncias nas contas da Raposa, o Conselho Fiscal do clube afirmou que não há irregularidades na gestão do presidente Wagner Pires de Sá.

O conselho isentou Pires e os demais membros da diretoria das inconsistências apontadas pela sindicância, quanto às contas do Cruzeiro, como aumento de despesas e contratações de pessoal fora de necessidade.

Em nota divulgada no site oficial do clube, houve uma reunião de três horas no último dia 7 de agosto, na sede administrativa do Cruzeiro, com a presença dos três conselheiros fiscais (Paulo César Marcondes Pedrosa – presidente; Nagib Geraldo Simões – conselheiro; e Tarcísio Dionísio Vitor – conselheiro) . Eles divulgaram suas avaliações sobre a sindicância solicitada pelo conselho deliberativo do Cruzeiro para averiguar se há ou não equívocos na condução do clube por parte de Pires de Sá.

RelacionadasAmérica MineiroVitória-BA x América-MG. Onde ver, palpites e prováveis escalaçõesAmérica Mineiro20/08/2019CruzeiroPedro Rocha quer ficar no Cruzeiro, mas valores podem impedir negócioCruzeiro20/08/2019CruzeiroFIFA condena Cruzeiro mais uma vez por débito na compra de ArrascaetaCruzeiro20/08/2019

da fazobetai: Sindicância apontou irregularidades

Entre os itens apontados pela sindicância, estão aumentos de custos na Raposa. O relatório de julho apontou crescimento no pagamento de funcionários com elevação do quadro de colaboradores quando se comparado à gestão de Gilvan Pinho de Tavares em 2017, pagamento a pelo menos 30 conselheiros do clube como prestadores de serviços, divergências nos valores pagos em contratos do que foi acordado, gerando déficit, contratos inativos que continuavam a ser pagos, funcionários que recebiam como CLT e pessoa jurídica, gerando duas despesas.

Outras possíveis irregularidades apontadas no relatório da sindicância foram: Contratos de 2018 com serviços supostamente prestados em 2017 em funções que não existiam no clube; mais de um intermediário remunerado com comissões pagas pela transferência de um mesmo jogador; pagamento de comissões por intermediação de contratos de jogadores que já pertenciam ao Cruzeiro; contratos com objetos diferentes dos serviços de fato contratados e prestação de serviços paga, porém sem confirmação de resultado.

Desde de maio de 2019, diversas denúncias contra a diretoria do Cruzeiro vem sendo noticiadas o que gerou recentemente até o afastamento do vice-presidente de futebol, Itair Machado, do cargo. O Cruzeiro está sendo investigação externamente pela Polícia Civil, Federal e Ministério Público de Minas Gerais.

You may also like...